A GM – General Motors pediu concordata nos EUA. Trata-se de um dos maiores símbolos do capitalismo e que sempre foi admirada pelos americanos, tendo criado modelos de gestão que serviram de referência a outras empresas, dos mais variados setores. Será o fim do capitalismo à moda antiga?
Os americanos sempre foram pioneiros em modelos de gestão e de marketing. Mas ao se analisar o que os especialistas dizem a respeito da GM, parece que se trata de um dinossauro que envelheceu e esqueceu (ou desaprendeu?) de continuar a inovar.
A empresa burocratizou seu modelo de negócios, manteve os benefícios mais que atrativos aos ex-funcionários e funcionários atuais, ficou de mãos atadas nas negociações com as suas revendas e agora pede socorro ao governo. Tornar-se uma empresa estatal após tantos anos de lucros, história de sucesso e de combater (como símbolo) o livre mercado e a interferência governamental na economia é, no mínimo, um paradoxo.
As fases históricas são marcadas por momentos que servem de referência. Este, sem dúvidas, é um momento crítico do capitalismo à moda antiga, do qual os americanos foram os grandes protagonistas. O que virá adiante ainda é uma incógnita, mas não há dúvidas que não será mais do mesmo. E aí se abrem oportunidades para empresas de países emergentes, como o Brasil. A própria GM brasileira não parece estar sendo afetada pela empresa-mãe americana.
Por isso que o momento é de aproveitar a crise para identificar oportunidades. Os grandes empreendedores de amanhã estarão surgindo agora, ainda anônimos, mas em pouco tempo sendo considerados os grandes estrategistas do novo capitalismo. Você se candidata a ser um deles? O pré-requisito é pensar grande e não se abater com as histórias de fracasso que surgem diariamente na mídia nos tempos atuais.
É isso aí.
















