Recentemente li um livro bastante interessante que se tornou um best-seller nos EUA: “Small Giants: Companies that Choose to Be Great Instead of Big” de Bo Burlingham, Editor da Inc. Magazine. O autor apresenta vários casos bem interessantes de empresas americanas que preferiram não crescer e manter a excelência no atendimento aos clientes, com um toque pessoal dos donos em todas as atividades da empresa, o que fica evidente a todos que usufruem dos produtos/serviços vendidos.
É uma abordagem interessante e no mínimo não usual, pois um dos lemas mais difundidos em empreendedorismo e fortemente enfatizado nos EUA é que você deve sempre pensar grande, em crescer além do nicho escolhido inicialmente, ou seja, em ganhar escala. Algumas empresas fazem isso muito bem, crescem rapidamente, criam filiais, entrar em novos mercados e, eventualmente, são adquiridas ou adquirem as rivais, abrem o capital e vice-versa. É a lógida natural do capitalismo.
Mas abordagens não triviais têm sido cada vez mais praticadas e “aceitas” pelo mercado, já que muitos empreendedores não querem apenas criar algo e se realizar profissionalmente, mas buscam também a qualidade de vida que muitas vezes é preterida por aqueles envolvidos em negócios de rápido crescimento.
Pense nisso, qual a melhor escolha? Crescer e expandir o negócio ou manter-se pequeno, mas focando a excelência em todos os detalhes? A escolha não é simples, mas o empreendedor deve considerar as possibilidades logo quando estiver criando a empresa, no desenvolvimento de sua visão.
É isso aí.
















